Audrey Hepburn nasceu em mil novecentos e vinte e nove, na Bélgica, em uma família com raízes inglesas e holandesas.
Quando era menina, começou a estudar balé. Ela sonhava em ser bailarina profissional.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a família ficou na Holanda ocupada. Faltava comida e Audrey passou fome de verdade.
Ela dançava em apresentações secretas para juntar dinheiro para a resistência. O público não podia nem aplaudir.
Depois da guerra, Audrey foi para Londres. Descobriu que estava fraca demais para ser bailarina clássica e mudou para o teatro.
Em Nova York, ela fez uma peça de sucesso. Logo o cinema veio atrás dela.
Em mil novecentos e cinquenta e três, Audrey ganhou o Oscar por A Princesa e o Plebeu, um dos seus primeiros filmes importantes.
Ela ficou conhecida pela elegância simples: vestido preto, cabelo curto e um jeito calmo de falar.
Audrey trabalhou em vários filmes clássicos e virou símbolo de estilo em muitos países.
Aos poucos, ela diminuiu o trabalho no cinema. Queria mais tempo com os filhos e com a vida no campo.
Nos últimos anos, Audrey virou embaixadora do UNICEF. Ela viajou para a Etiópia, a Somália e o Vietnã.
Nessas viagens, ela visitava crianças doentes e pedia ajuda internacional. Dizia que tinha recebido comida da mesma organização quando era criança na guerra.
Audrey morreu em mil novecentos e noventa e três. Ela é lembrada pelo cinema, mas também pelo trabalho humanitário.
O pai de Audrey deixou a família quando ela ainda era criança. Esse afastamento marcou muito a vida dela.
Além da fome, a guerra trouxe outros perigos. A família via bombardeios e precisava se esconder com frequência.
Audrey aprendeu a falar vários idiomas ainda jovem, o que ajudou bastante quando começou a trabalhar em outros países.
No cinema, ela também atuou em filmes como Bonequinha de Luxo e Cinderela em Paris, sempre com muita elegância.
Ela trabalhou com grandes diretores e atores da época, e ficou conhecida pela educação e pela simpatia nos sets de filmagem.
Audrey se casou duas vezes e teve dois filhos, aos quais dedicou grande parte do tempo na vida adulta.
Em suas viagens pelo UNICEF, ela usava a própria fama para chamar a atenção da imprensa para crianças em situação de guerra ou fome.
Depois da fama, Audrey continuou estudando dança e às vezes dançava em eventos beneficentes.
Ela também trabalhava com moda, e o estilista Hubert de Givenchy criou roupas famosas para os filmes dela.
Antes de virar atriz famosa, Audrey também trabalhou como modelo em revistas de moda europeias.
Ela recebia cartas de fãs do mundo todo e sempre tentava responder pessoalmente algumas delas.
O trabalho dela pelo UNICEF é lembrado até hoje como um exemplo de generosidade depois da fama.
Ela falava com carinho da própria infância difícil sempre que pedia ajuda para outras crianças pelo mundo.
Audrey recebeu prêmios humanitários importantes pelo trabalho que fez nos últimos anos de vida.
Seu filho mais velho continuou contando a história da mãe em livros e documentários depois da morte dela.
Pasa el cursor por una palabra para ver la traducción al español · haz clic para escuchar desde ahí.